Jovem Aprendiz Rural - CATANDUVA escrito em terça 15 julho 2008 23:46
Um Guaxinim, Nosso Mascote escrito em terça 15 julho 2008 23:53
HORTICULTURA (HORTICULTURA) escrito em quarta 16 julho 2008 00:09
Horticultura é o cultivo do Horto, ou seja, é a subdivisão da agricultura que trata da exploração econômica das plantas.
1. Olericultura: estuda as hortaliças
OLERICULTURA
Generalidades Importância econômica A cultura das hortaliças, pelo alto valor que alcança no mercado, é uma exploração agrícola altamente compensadora. O uso de modernas técnicas agronômicas possibilita, aos que a elas se dedicam, a obtenção de altos rendimentos. A introdução de novas e excelentes variedades hortícolas aliadas à observância, das épocas mais adequadas de plantio, do combate as pragas e moléstias, de técnicas adequadas na colheita e na embalagem do produto, assegura um sucesso certo e rápido para todos os que desejarem realmente levar a sério a moderna Olericultura. Importância alimentar: O valor alimentício e medicinal das hortaliças é sobejamente conhecido de todos. Experimentos levados a efeito por cientistas de todas as partes do mundo mostraram a necessidade que o homem tem das vitaminas e sais minerais. Sendo as hortaliças fonte natural desses elementos, pode-se avaliar sua necessidade na alimentação. As hortaliças, além de serem ricas nos elementos citados, apresentam propriedades medicinais que muito as recomendam. Algumas espécies atuam como calmante, estimulante, diuréticas ou controladoras da atonia das vias digestivas, etc. Cita-se, a seguir, algumas espécies olerícolas que possuem essas propriedades alimentícias e medicinais.
• Alface: rica em sais minerais e vitaminas “A”, “B”, “C”, “D”, “E”, é ótimo calmante e diminui a irritação da conjuntiva;
• Beterraba: rica em açúcares, vitaminas e sais minerais. Atua como diurético;
• Couve-flor: preciosa fonte de vitamina “B”, sais minerais e açúcares;
• Espinafre: ótima fonte de ferro e é indicado no tratamento das diabetes;
• Giló: seus frutos agem como diuréticos. As folhas e outras partes da planta atuam como depurativos, combate a gota e é febrífugo. Age eficazmente no combate ao impaludismo.
• Pimentão: rico em vitamina “C” e propriedades diuréticas,
• Rabanete: rico em enxofre, estimulante quando consumido cru e atua como calmante e antiescorbútico.
• Repolho: rico em vitaminas “A”, “B”, “C” e é ótima fonte de ferro, cálcio e fósforo.
• Salsa: riquíssimo alimento em vitamina “C”. Ë excitante, diurético e estimulante.
• Tomate: ótimo fornecedor de vitaminas “C” e do complexo “B”.
E aconselhado no tratamento de artrite, gota e previne ácido úrico. Classificação Aqui, neste capítulo genérico, adotaremos a seguinte Classificação das Hortaliças: Verduras: são as hortaliças cujas partes comestíveis são: folhas, flores, botões ou hastes. Exemplo: alface, chicória, espinafre, couve-flor, repolho. Legumes: são as partes utilizadas na alimentação são frutos, sementes ou partes subterrâneas. Exemplo: tomate, ervilha, cebola, cenoura, berinjela, beterraba, mangarito etc. Condimentos: são todas as hortaliças com a finalidade de melhorar ou diversificar o paladar, podem ser aqui agrupadas. Exemplo: pimenta, cebolinha, coentro, camomila, manjericão, salsa etc.
O QUE É AGRONEGÓCIO? (PROJETO ARTICULADOR) escrito em quarta 16 julho 2008 00:09
O conceito de "agribusiness" foi proposto pela
primeira vez em 1957, por Davis e Goldberg como a soma das
operações de produção e
distribuição de suprimentos agrícolas,
processamentos e distribuição dos produtos
agrícolas e itens produzidos apartir deles.
Assim de acordo com o conceito de agronegócio a agricultura
passa a ser abordada de maneira associada dos outros agentes
responsáveis por todas as atividades que garantiriam a
produção, transformação,
distribuição e consumo de alimentos, considerando
assim, a agricultura como fazendo parte de uma extensa rede
de agentes ecômicos
Com este conceito formalizado por tais autores a visão
sistêmica passa a ganhar importância, abrangendo
todos os envolvidos, desde a pesquisa até o cosumidor final,
desde o que comumente se chama "antes da porteira" até
"pós-poreira".
As exportações do agronegócio em 2007 segundo
dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento totalizaram US$ 58,415 bilhões, um
recorde histórico para o setor. Em relação a
2006, as exportações apresentaram um aumento de US$
8,992 bilhões, o que significou uma taxa de crescimento de
18,2%.
Com isso, as exportações do agronegócio
corresponderam a 36,4% das exportações totais
brasileiras no período, que foram de US$ 160 bilhões.
As importações apresentaram variação
anual de 30,2%, totalizando US$ 8,719
bilhões.
Como conseqüência, registrou-se um
superávit da balança comercial do agronegócio
de US$ 49,696 bilhões, também um recorde
histórico, que automaticamente repercute no saldo brasileiro
como um todo, já que em 2006 o agronegócio teve a
participação de 35,9%, subindo para 36,4% em 2007,
apresentando queda de participação na
importações totais de 7,3 para 7,2%.
O agronegócio brasileiro tem potencial de crescer, dentre os
fatores principais destacam o aumento da renda que elevará a
demanda por alimentos, dentre os principas paísesdestacam a
demanda criada com aumento da renda pela China e índia,
sendo ainda a disponibilidade de recusros naturais do Brasil
permitem que o Brasil creça de forma significativa no
Agronegócio Mundial.
MANDIOCA (HORTICULTURA) escrito em quarta 16 julho 2008 00:14
Mandioca
A importância econômica da cultura da mandioca está na produção de raízes tuberosas e feculentas que representa valioso alimento humano e dos animais, fabricação de produtos alimentícios ou de aplicação industrial e produção de álcool.
A mandioca é planta de origem brasileira. A sua cultura é das antigas e tradicionais do Brasil. Já era cultivada pelos índios, por ocasião do descobrimento do Brasil. Hoje em dia, é explorada em todo o território brasileiro, em todos os países sul e centro-americanos e nas Antilhas. Em outras regiões do mundo de clima tropical e subtropical cultivam igualmente a mandioca, principalmente em Java, nas Filipinas, no Ceilão, na Tailândia, em grande parte da África e em Madagascar.
Toxicidade
Há variedades de mandioca, chamadas
"bravas" cujas raízes, quando ingeridas cruas ou mesmo
cozidas, podem provocar intoxicações, porque encerram
uma substância (um glicosídeo cianogenético de
nome "linamarina") capaz de produzir ácido cianídrico
(HCN) quando em presença dos ácidos ou enzimas do
estomago. As variedades "mansas" (aipins ou macaxeras)
também o encerram, porém em quantidades
inócuas. A secagem (pelo calor do sol ou de secadores)
elimina veneno por volatilização. A
cocção pode não eliminar todo ele,
razão pela qual a mandioca "brava", ainda que cozida, pode
ocasionar acidentes, o que não acontece com os seus produtos
de indústria.
A presença desse tóxico é constatada em todas as partes do vegetal, aéreas e subterrâneas. As folhas acusam as maiores porcentagens. No tocante às raízes, as análises revelam que o córtex, ou casca grossa, encerra teores mais elevados do que a polpa, podendo o córtex das raízes de uma variedade inócua encerrar dose porcentual mais elevada do que a polpa das raízes de variedades "bravas". No uso culinário das raízes, o córtex é retirado antes do cozimento.
A variação do teor em HCN nas plantas de mandioca está não somente na dependência da variedade, idade das plantas (as mais novas, em geral, são mais ricas), como também está sujeita à influencia do meio ambiente, como solo, clima e altitude.
Citam-se casos de variedades que, sendo venenosas em uma localidade, passam a ser "mansas" quando plantadas em outros lugares, e vice-versa. Casos como esses parece ainda não terem sido constatado entre nós.
Apesar da existência
do princípio tóxico na parte aérea do vegetal,
o farelo de ramas e folhas feito com variedades "bravas", quando
bem fenado, até atingir 10 a 12% de umidade, pode ser
utilizado pelos animais, sem perigo.
De modo geral, as raízes das variedades "mansas" (aipins ou
macaxeras) encerram, na polpa crua, de um até dez miligramas
por cento de ácido cianídrico. As variedades "bravas"
ou amargas encerram bem mais, em geral de 15 a
30mgr.
Produtos
A mandioca é cultivada para a
produção de raízes destinadas ao consumo
humano, sob a forma de variados pratos; para fins forrageiros, a
fim de serem dadas cruas, em fatias ou trituradas, ou na forma de
farelos desidratados como componente da ração de
bovinos, suínos e aves; para as indústrias de raspas,
farinhas de raspas e de mesa, polvilho doce ou azedo para biscoitos
e confeitos, amido, para dextrinas, colas, indústrias de
papel, papelão e tecidos. A produção de
glicose, álcool e acetona, conquanto viável,
não se faz em bases econômicas, a partir da mandioca
ou seus produtos. Pode também ser, cultivada a mandioca para
o aproveitamento da parte aérea - ramas e folhas, com
vários cortes, como forragem na criação de
gado e na avicultura.


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